Agricultor familiar e quilombola: MCMV Rural autoriza 716 casas no MA, PI e RS; veja as cidades
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O que foi autorizadoOnde ficam as casasQuem é atendidoComo a família entraO que acontece agoraFique atentoPerguntas frequentesFontesO que foi autorizado
O governo federal liberou a contratação de 716 moradias do Minha Casa, Minha Vida Rural. O ato é a Portaria MCID nº 1.449, do Ministério das Cidades, e a divulgação oficial saiu em 5 de novembro de 2026.
São 15 propostas em 12 municípios de três estados. Todas já tinham sido selecionadas em junho, pela Portaria MCID nº 697. A nova portaria é o passo seguinte: autoriza a assinatura dos contratos.
Onde ficam as casas
| Estado | Moradias | Municípios |
|---|---|---|
| Maranhão | 620 | Aldeias Altas, Caxias, Colinas, Dom Pedro, Matões, Mirador, Olho d'Água das Cunhas, Olinda Nova do Maranhão, Penalva e São João do Soter |
| Piauí | 50 | Coivaras |
| Rio Grande do Sul | 46 | Formigueiro |
Segundo o governo, associações quilombolas de Caxias (MA), Colinas (MA) e Formigueiro (RS) respondem por 146 dessas moradias. Sindicatos de trabalhadores na agricultura familiar de Aldeias Altas, Dom Pedro, Penalva e Coivaras ficam com outras 300.
Quem é atendido
A modalidade rural é voltada a quem mora e trabalha no campo:
- agricultores familiares;
- trabalhadores rurais;
- famílias quilombolas;
- outras comunidades tradicionais.
Como a família entra
Aqui está a diferença em relação ao MCMV da cidade. No rural, a família não se inscreve sozinha na prefeitura ou na Caixa.
Quem apresenta a proposta é uma entidade: um órgão público ou uma organização sem fins lucrativos, como associação comunitária, associação quilombola ou sindicato rural. A entidade reúne as famílias, monta o projeto e disputa a seleção do Ministério das Cidades.
Mora numa das 12 cidades e acha que pode estar na lista? O caminho é procurar a associação ou o sindicato da sua comunidade, já que quem reúne as famílias é a entidade.
O que acontece agora
A Caixa analisa e operacionaliza as contratações. Antes disso, os gestores operacionais e os agentes financeiros precisam cumprir as exigências técnicas, institucionais e jurídicas no prazo previsto.
Só depois da assinatura do contrato a obra começa. A portaria não garante data de entrega.
Fique atento
Ninguém cobra taxa para "garantir vaga" no Minha Casa, Minha Vida. Se receber esse tipo de pedido, desconfie.
Se a família é de baixa renda e recebe outros benefícios, vale manter o CadÚnico em dia. Veja no guia como se cadastrar e atualizar o CadÚnico.
Quem perdeu a casa em desastre tem outra modalidade, explicada na notícia sobre a compra assistida do Minha Casa, Minha Vida.
Perguntas frequentes
Quais cidades foram contempladas?
No Maranhão, Aldeias Altas, Caxias, Colinas, Dom Pedro, Matões, Mirador, Olho d'Água das Cunhas, Olinda Nova do Maranhão, Penalva e São João do Soter; no Piauí, Coivaras; no Rio Grande do Sul, Formigueiro.
Quem pode ser atendido pelo MCMV Rural?
Agricultores familiares, trabalhadores rurais, famílias quilombolas e outras comunidades tradicionais que vivem na zona rural.
Posso me inscrever direto na Caixa?
Não nessa modalidade. As propostas são apresentadas por entidades públicas ou organizações sem fins lucrativos, como associações e sindicatos rurais.
Essas 716 casas são de uma seleção nova?
Não. São propostas já selecionadas pela Portaria MCID nº 697, de 17 de junho de 2026, que agora tiveram a contratação autorizada.
Quem faz a contratação?
A Caixa analisa e operacionaliza os contratos, depois que as entidades cumprem as exigências técnicas e jurídicas.
Fontes
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